Quando o conteúdo jornalístico passou a ser utilizado na web, ele assemelhava a uma cópia do jornal impresso. Mas agora as pessoas poderiam ler o impresso em um outro " meio de comunicação ". A essa 1ª etapa dá-se o nome de Jornalismo 1.0.
Apesar da linearidade com a qual o leitor ainda era submetido, este foi o primeiro e grande passo para a penetração do jornalismo no ciberespaço.
Com o aperfeiçoamentos dos próprios serviços da Internet, o jornalismo passa a dispor desses instrumentos, possibilitando ao leitor se interligar mais nesse espaço e explorá- lo um pouco mais através dos hipertextos, das multimídias, das convergências de temas, dos chats ... Essa geração de jornal digital foi denominada de Jornalismo 2.0.
E atualmente há um novo desafio: O Jornalismo 3.0 ou Participativo, o qual foge um pouco da regra dos jornais digitais mais tradicionais por, como o próprio nome já diz, possibilitar uma maior participação do leitor na construção da notícia; fazendo com que estes não se socializem somente com a notícia, mais também com outros leitores, com outras comunidades virtuais as quais comungam ou não das suas ideias; o que torna essa rede cada vez mais ramificada e interconectada uma vez que ao partirem de uma única temática poderão surgir pontos de vistas completamente diferentes, sendo necessário então, a aplicação da real comunicação para gerir, coordenar essas diferenças.
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